• fevereiro 7, 2018

Você está pensando em investir em uma loja virtual e quer saber mais sobre esse mercado e como é possível escalar o sucesso de ecommerce na prática? Então chegou ao lugar certo!

Vamos mostrar a quantas anda o segmento no Brasil, suas vantagens e desvantagens e como criar um ecommerce na prática.

Podemos começar dizendo que o número de consumidores que vem migrando para os meios digitais só tem aumentado. De acordo com a 36ª edição do relatório Webshoppers, divulgado pela Ebit, em 2017, os e-commerces contaram com um crescimento de 10,3% em seu volume de clientes.

Outro dado relevante é de que o volume de compras online aumentou 3,9% se comparado aos anos de 2015 e 2016.

Vantagens e desvantagens de um e-commerce

Pelo que mostramos até agora, deu para perceber que as perspectivas para os negócios digitais são bastante promissoras, não é mesmo?

Mas, é claro que, assim como qualquer tipo de empresa, independentemente de tendências, existem vantagens e desvantagens.

E, se você pretende estar entre as lojas virtuais de sucesso em um futuro próximo, é importante que as conheça para criar estratégias que reforcem o que é bom e contornem possíveis obstáculos.

Desvantagens (ou desafios)

Decidimos começar pelas desvantagens, as quais também podem ser vistas como desafios, já que é possível contorná-las por meio de ações que as evitem e ainda façam com que um e-commerce se destaque. Veja quais são elas:

1. Alta concorrência

Se você pretende implantar um ecommerce na prática e fazer parte das mais de 600 mil lojas virtuais brasileiras, vai precisar se destacar da concorrência.

Hoje, quase tudo o que se imagina está à venda na internet. Além disso, a todo momento se vê empresas lançando campanhas cheias de criatividade para se destacar perante os concorrentes e, com isso, conquistar os seus clientes.

Por isso, quem quer empreender na área precisa definir um posicionamento diferente, investir em uma marca forte e se mostrar ao mercado por meio de diferentes estratégias. Confira alguns passos para isso:

  • aposte em um nicho, já que grandes lojas, apesar de terem variedade de produtos, nem sempre conseguem atender todas as necessidades um público específico. Já um e-commerce direcionado a uma categoria, como roupas de bebês ou de cosméticos, por exemplo, pode conquistar esses clientes;
  • oferecer uma proposta de valor única ao cliente, como peças de vestuário que podem ser customizadas de acordo com a ocasião ou kits de livros infantis direcionados a cada idade e que chegam mensalmente na casa do cliente;
  • faça liquidações, as quais chamam atenção do público e ainda ajudam a eliminar aqueles produtos que estão parados em estoque;
  • crie brindes para ofertar aos clientes, os quais podem ser relacionados a uma determinada categoria de produtos, como um cinto que chega junto com uma bolsa, por exemplo;
  • invista em parcerias com outros e-commerces que atuem no mesmo segmento e, juntos, lancem promoções;
  • ofereça ofertas exclusivas, como por exemplo, maiores parcelamentos para determinados produtos, fretes grátis para regiões próximas à loja ou consultorias grátis.

2. Problemas técnicos no site

Diferente de uma loja física, um e-commerce precisa do ambiente virtual para funcionar. E, em caso de problemas técnicos, dependendo da situação, pode haver a necessidade de até mesmo tirar o site do ar para a manutenção, o que muito provavelmente ocasionará perda de vendas.

Entre as falhas que podem acontecer estão lentidão no site, página de pesquisas que não funcionam, problemas para ampliar ou carregar imagens e erro no momento de o cliente finalizar a compra.

Mas é possível evitar essas situações desagradáveis a partir de alguns passos:

  • desenvolvimento de um sistema com arquitetura voltada para o alto desempenho e adequado ao armazenamento e processamento necessários;
  • cuidado ao escolher a hospedagem do site, verificando sua capacitação técnica, planos oferecidos, segurança, suporte técnico, reputação e custo-benefício;
  • realização de testes de carga e estresse do site, para verificar se ele suporta altas demandas, como em datas comemorativas;
  • monitoramento constante do tempo de carregamento das páginas;
  • análise de possíveis instabilidades no site por meio da navegação em todas páginas;
  • investimento em uma plataforma ideal para as necessidades da sua loja virtual.

3. Não ter contato físico com os clientes

Em um e-commerce, não é possível ter contato físico com os potenciais clientes, o que traz proximidade. Portanto, criar relacionamentos pode se tornar um pouco mais trabalhoso.

Mas, assim como os outros pontos citados, é possível contornar essa desvantagem com algumas atitudes, como o investimento em estratégias de Marketing Digital.

Por meio das redes sociais, blogs, e-mails marketing, vídeos e outros canais, uma loja virtual pode atrair, conquistar e fidelizar clientes.

Isso porque o consumidor está cada vez mais conectado e busca conteúdos de valor que o informem e ajudem a tomar as melhores decisões.

E seu ecommerce na prática pode oferecer tudo isso, pois por meio de várias estratégias, é possível educar os potenciais clientes e criar relacionamentos tão ou mais duradouros do que em uma loja física. Isso significa fidelização e mais vendas.

4. Falta de confiança

Apesar de as compras no ambiente digital serem cada vez mais comuns, há muitas pessoas que, com receio em relação à segurança de um site, podem acabar desistindo da compra.

Nesse caso, quanto mais segurança o seu e-commerce passar ao cliente, melhor. Para isso, é possível investir em certificados de segurança e sistemas anti fraude, navegabilidade agradável, dados de contato visíveis, reviews e avaliações, além de uma boa experiência de compra.

ecommerce na prática

Vantagens de criar um e-commerce

Veja agora algumas das diversas vantagens e facilidades de se investir em uma loja virtual, tanto para o empreendedor quanto para os seus clientes:

1. Comodidade

Criar um ecommerce na prática significa ter mais facilidade e conforto para atuar em relação às lojas físicas.

Isso porque, como uma loja virtual não depende de um local específico para sua operação, é possível que o empreendedor realize todas as atividades de onde estiver, até mesmo de sua própria residência.

Isso traz comodidade, mais tempo para se dedicar às estratégias, já que não é necessário o deslocamento, e até mesmo mais qualidade de vida.

2. Menor investimento

O investimento em um negócio local conta com uma série de custos obrigatórios para que seja colocado em prática, como o aluguel de um ponto comercial, compra de móveis e equipamentos e contratação de equipes.

Já em uma loja virtual, esses custos, exceto com equipes, as quais aliás podem ser bem mais reduzidas, praticamente não existem. Ou seja, para criar um ecommerce na prática o orçamento é muito mais viável, além de econômico.

3. Facilidade de acesso

Ao contrário de uma loja física, os potenciais clientes de um e-commerce podem conhecê-lo e acessá-lo de onde estiverem e em qualquer horário do dia. Ou seja, não há fronteiras para as vendas, o que pode tornar o negócio muito mais promissor.

Além disso, mesmo que o interesse inicial do consumidor não seja na compra, postagens em redes sociais ou um blogs que ele encontra ao acaso, por exemplo, podem despertar a sua atenção e fazer com que visite o site e acabe se tornando um lead, ou potencial cliente, ou até mesmo acabe comprando no mesmo momento.

4. Atendimento 24 horas

Quem tem uma loja virtual pode vender a qualquer momento do dia, independente de horário comercial ou mesmo de fuso horário.

E, se você acha que isso pode onerar o orçamento, a boa notícia é que, independente dela estar em funcionamento tanto de dia quanto de noite, não são necessários funcionários em todo o tempo.

Isso porque o cliente pode ser avisado sobre o horário de atendimento disponível e contar com diversos canais de suporte, como e-mail, telefone (ao menos no horário comercial), redes sociais, chats online e chat bots.

5. Variedade de estoque

Para um e-commerce funcionar, não há necessidade de ter todo o estoque centralizado. Os produtos podem, por exemplo, permanecer no espaço dos fornecedores e serem entregues diretamente aos clientes, sem nem mesmo terem passado pela loja virtual. Ou seja, é possível oferecer uma variedade muito maior de itens.

6. Preço final mais baixo

Está aí uma das grande vantagens de criar um ecommerce na prática, pois beneficia diretamente os clientes, ajudando o negócio a ganhar preferência e vender mais.

Por contar com custos operacionais mais baixos,  as lojas virtuais conseguem oferecer preços mais acessíveis do que as lojas físicas, fazendo com que muitos optem por realizar a maioria de suas compras por meio delas.

Além disso, normalmente há condições de pagamento e parcelamento mais flexíveis.

7. Facilidade para analisar o mercado

A partir do momento em que se investe em um negócio digital, automaticamente surgem inúmeras formas de monitorar o mercado e a concorrência.

Sistemas, aplicativos e softwares, muitos deles gratuitos, podem analisar as mais diversas ações, resultados, preferências, entre outros dados importantes para estudar a própria empresa e descobrir caminhos para melhorar os resultados.

8. Mensuração de resultados

Além da análise de mercado, lojas virtuais proporcionam também a mensuração de resultados por meio de diversas métricas e ferramentas.

É possível saber, por exemplo, o número de visitantes no site em determinado período, quantos deles converteram ou abandonaram o carrinho, ou medir campanhas de Marketing Digital para descobrir o retorno sobre o investimento (ROI).

O importante é que, por meio dessas análises, baseadas em dados concretos, apontam-se caminhos para se atingir objetivos e metas que, no final das contas, significam vendas e mais rendimentos.

ecommerce na prática

 

Como plataformas podem ajudar seu e-commerce na prática

Seria impossível falar sobre um passo a passo para colocar um ecommerce na prática sem citar as plataformas. Hoje em dia, é possível escolher entre um grande leque de possibilidades para a criação de uma loja virtual.

Há os sistemas mais simples, com modelos prontos, e aqueles mais complexos e customizados de forma exclusiva, dependendo das necessidades de cada negócio.

E como escolher a que mais adequada às necessidades do seu e-commerce?

Para começar, é importante analisar o alinhamento estratégico das plataformas, por meio de cases do mesmo segmento, por exemplo, se a implementação de design e funcionalidades é satisfatória e, finalmente, se o sistema tem a capacidade de atender os requisitos específicos do e-commerce em questão.

Conheça agora quatro das plataformas mais famosas do Brasil:

Magento

magento é bom

Essa é a plataforma Open Source número 1 do País e do resto do mundo.

Por contar com código aberto, qualquer pessoa que tenha um conhecimento mínimo em programação consegue criar uma loja virtual passo a passo. Além disso, o sistema permite que o administrador acompanhe a gestão técnica de seu e-commerce de forma bastante simplificada.

Entre outras soluções, estão a disponibilidade de milhares de opções de customização, uma grande comunidade de programadores, mais de 8 mil plugins para enriquecer a loja virtual, ferramentas de otimização de sites (SEO) e módulos prontos e disponíveis para serem utilizados.

WooCommerce

woocommerce é bom

O Woocommerce foi criado para ser integrado ao sistema WordPress, o sistema de código aberto mais usado no mundo.

Entre as suas principais vantagens estão a de ser um plugin totalmente gratuito, flexível para criar sistemas personalizados, que oferece uma infinidade de extensões grátis e premium.

Vtex

vtex é bom

Primeira plataforma de e-commerce da América Latina, a Vtex tem como um de seus principais destaques o fato de conseguir integrar diversas funcionalidades dentro de negócios digitais.

Uma delas, lançada recentemente, é o recurso chamado “recuperação do pedido”, que busca fazer com que aquele potencial cliente que abandonou o carrinho reconsidere a compra.

Open Cart    

opencart é bom                                 

Esse sistema é voltado para pequenos empreendedores que pretendem ter uma loja virtual.

Ele foi criado para ser uma espécie de carrinho de compras e suas principais vantagens são a usabilidade, a variedade de recursos, a interface simples e a capacidade de ser SEO-Friendly.

Como montar um ecommerce na prática: o passo a passo

1. Trace um planejamento

Uma das etapas mais importantes no momento de se criar um ecommerce na prática é o planejamento. Isso porque, quanto mais organizadas forem as estratégias, objetivos e metas, melhor será a competitividade e, consequentemente, os resultados.

Para que seja eficiente, o planejamento estratégico deve ser aprofundado e conter algumas informações essenciais, como:

  • objetivos do e-commerce, ou seja, suas metas e curto, médio e longo prazos;
  • público-alvo, o qual poderá ser descoberto por meio de análises sobre características e preferências, como sexo, localização geográfica, idade, gostos e dores. O importante é ter o potencial cliente bem definido e segmentado, para que as estratégias e a comunicação cheguem às pessoas certas;
  • plano de ação, o qual deverá nortear as atividades de todos os setores da empresa. O plano envolve a documentação das responsabilidades de cada área, as metas, prazos e acompanhamento das ações. Além disso, deve contar o investimento disponível e as estratégias que serão utilizadas.

2. Escolha da plataforma

Já comentamos aqui sobre a importância de uma boa plataforma, e esse deve ser o segundo passo para criar um ecommerce na prática.

Primeiramente, é preciso fazer uma análise da própria empresa, envolvendo porte, orçamento disponível, características e necessidades.

Depois, a dica é coletar uma série de informações sobre as plataformas, como análises técnicas mundiais, premiações, clientes e casos de sucesso, funcionalidades e retorno sobre o investimento.

Além disso, é interessante analisar se o sistema escolhido oferece suporte técnico e de gestão e a sua capacidade de manter o e-commerce sempre atualizado.

Faça a pesquisa sobre as opções disponíveis, observe as que oferecem os recursos necessários e melhor custo benefício para o seu caso e, a partir daí, tome uma decisão mais assertiva.

3. Definição de fornecedores

Bons fornecedores contribuem, e muito, para o sucesso de um e-commerce. Por isso, vale a pena investir algum tempo em pesquisas de empresas, as quais podem ser feitas por meio do Google ou redes sociais.

Ao encontrar fornecedores que possam ser interessantes para sua loja virtual, organize os dados em planilhas ou listas e vá fazendo contato com cada um deles para checar informações, como os produtos oferecidos, prazos, entregas, preços, entre outros.

Depois disso, escolha ao menos três empresas para cada item. Assim será possível pesquisar preços, conseguir melhores negociações e ser atendido caso haja problemas futuros com alguma delas.

3. Formas de pagamento

Os meios de pagamento oferecidos por um e-commerce são um dos fatores que contribuem, ou não, para o seu sucesso. Ao criar um ecommerce na prática, você pode escolher entre os intermediadores de pagamento, os gateways ou a integração direta com as operadoras.

O importante é oferecer o máximo de opções possíveis, entre boletos, cartões de crédito e débito e transferência online, por exemplo, para evitar a perda de clientes em função da falta de opções.

Por outro lado, é importante analisar valores, taxas e outros tributos de cada alternativa e verificar que no seu caso, que estará começando, não irá onerar de forma significativa o orçamento.

4. Defina a logística

Esse é um dos pontos que, com certeza, merecem sua total atenção.

A logística de um ecommerce na prática envolve definir a estrutura que será utilizada para os estoques, uma estratégia bem definida para que as entregas sejam feitas da forma esperada pelo consumidor, rastreamento de pedidos, controle de entrega e outros detalhes.

E isso, em um país de grandes dimensões, como o Brasil, exige dedicação para poder criar uma experiência de venda satisfatória, a qual gere confiança e safistação no cliente por receber o produto na data sinalizada pelo e-commerce no momento do check out.

No caso da entregas, é preciso analisar se o serviço será feito somente pelos Correios ou se será necessário uma transportadora. Nesse caso, é importante escolher empresas com bom histórico e que cumpram o que me prometem, pois é o seu negócio que está em jogo.

e-commerce na prática

5. Invista em Marketing Digital

Ter uma loja virtual e não investir em Marketing Digital é como “dar um tiro no pé”. Isso porque, em um mercado que conta com alta concorrência, conseguir se destacar perante o consumidor se tornou fundamental.

Além disso, diferente das lojas físicas, que se encontram em uma localização específica, para que um e-commerce seja visto e acessado por mais usuários, é preciso que ele se destaque em pesquisas em mecanismos de busca, interações em redes sociais e tudo o mais que atraia e fidelize clientes.

É essencial que as estratégias de Marketing Digital sejam feitas de forma profissional e assertiva, para que os resultados sejam conforme o esperado. Para ajudar os negócios digitais nessa tarefa, existem os profissionais e agências especializados.

Além disso, também existem ferramentas que podem te auxiliar nas estratégias com coleta e análise de dados, experiência do usuário, etc.

6. Monitore os dados e resultados

Como já comentamos aqui no post, uma das principais vantagens de empreender no ambiente digital é a possibilidade de analisar dados e resultados por meio de diversas métricas e ferramentas, muitas delas gratuitas, como por exemplo, o Google Analytics.

Essas análises, as quais devem ser constantes, garantirão estratégias mais assertivas no presente e no futuro, pois mostram, por meio de dados concretos, onde seu e-commerce está acertando e quais as deficiências a serem corrigidas. 

A partir daí, há a possibilidade de executar ações mais eficientes, as quais se refletirão diretamente nas vendas e no aumentos dos lucros. 

Ecommerce na Prática: Dicas avançadas

Para quem busca aumentar as vendas em um negócio digital e cria estratégias e ações sem ter como base dados importantes sobre o consumidor, além dos fatores essenciais para uma boa experiência, dificilmente terá sucesso.

Por isso, para começar, vamos te mostrar os primeiros passos para que você fature mais em sua loja.

Tenha uma ótima leitura!

1. Conheça o consumidor

Sabemos que o perfil do consumidor mudou desde que a internet se tornou uma fonte diária de pesquisas, informações e compras.

Porém, seu comportamento continua se alterando e é essencial que o empreendedor de e-commerce na prática o entenda para poder investir nas estratégias certas.

As mudanças no perfil do público foi o principal objetivo de um estudo inédito da Nuvem Shop, realizado em 2017, o qual mostrou uma série de informações importantes e que devem ter relevância para as ações presentes e futuras.

Veja algumas delas:

Acessos e vendas mobile

O relatório mostrou que os acessos e vendas por meio de dispositivos móveis tem crescido no Brasil.

Enquanto em 2013 o percentual de consumidores que davam preferência ao mobile era 26%, em 2017 esse número se elevou para 67%.

Outro dado interessante é que essa mudança de comportamento do consumidor em relação aos dispositivos fizeram com que as vendas efetivadas via mobile aumentassem de 30%, em 2016, para 45% em 2017, ou seja, uma elevação de 50%.

Apesar de a credibilidade para compras maiores ainda ser maior em desktop, é justamente esse esforço que deve ser feito pelos empreendedores: proporcionar um design responsivo que atenda à esse novo consumidor e passe confiança no momento dele finalizar a sua jornada.

Novos canais de atendimento

Essa nova tendência de consumo também trouxe novos canais de atendimento, os quais vem sendo priorizados.

Em primeiro lugar estão as redes sociais e o e-mail, com 84,8% de utilização, vindo em seguida o WhatsApp, com 83% de preferência.

Redes Sociais

O aumento da preferência pelo mobile fez com que as redes sociais, muito utilizadas a partir de dispositivos móveis, ganhassem ainda mais relevância.

Entre aquelas que mais impulsionam as vendas, se destaca o Instagram.

A pesquisa da Nuvem Shop mostrou que, enquanto a rede representava 17% dos direcionamentos no quarto trimestre de 2016, esse número subiu para 36% em 2017.

Portanto, é imprescindível prestar atenção em como as redes sociais de sua empresa estão sendo utilizadas.

Elas devem servir como pontes entre o e-commerce e o cliente, criando relacionamentos, despertando o interesse por produtos e serviços e fazendo com que o consumidor tenha vontade de acessar o site por meio do celular.

2. Defina a persona do seu e-commerce

Um guia avançado para e-commerces não poderia deixar de falar sobre a persona, ou representação semi fictícia do cliente ideal, imprescindível para o sucesso de qualquer loja virtual.

Depois de entender esse novo perfil do consumidor, o qual citamos acima, é essencial determinar quais são as características, dores e necessidades do seu potencial cliente.

A persona se trata de um personagem, criado a partir da pesquisas qualitativas e quantitativas, que representa as

características físicas, ou seja, sexo, idade e localização, por exemplo, e psicológicas, como preferências e necessidades do cliente ideal.

Ou seja, muito mais do que “achismo”, para criar uma persona que realmente seja eficiente nas estratégias, é necessário dedicação e a atuação de profissionais de Marketing que ajudem a defini-la da melhor forma.

A partir da elaboração da persona é possível que o e-commerce na prática adeque desde o layout do site até a forma de comunicação que é realizada para alcançar o público, por exemplo, de forma que proporcione o aumento nas vendas e no faturamento.

3. Experiência de compra do usuário

O mercado de e-commerce conta com uma concorrência acirrada, a qual não mede esforços para conquistar clientes.

Toda essa competitividade aumenta as opções que o consumidor tem na hora de comprar.

Por isso, um dos fatores essenciais para e-commerces que querem faturar mais e que também não poderia ficar de fora do nosso guia avançado para e-commerces, é a experiência de compra do usuário.

É ela que irá fazer com que a persona do seu negócio acesse o site, navegue, compre e volte a fazer negócios no futuro. Caso contrário, ao entrar em uma loja virtual que não proporcione uma boa experiência, ela pode facilmente abandoná-la e procurar a concorrência.

Entre os pontos que compõem a experiência do usuário estão:

  • Navegabilidade, ou seja, um layout claro e agradável, facilidade em encontrar informações, rapidez no carregamento de páginas, entre outros;
  • Design responsivo, o qual se adapte a qualquer tipo de tela;
  • Jornada de compra facilitada, o que inclui a facilidade na escolha de itens, a colocação no carrinho, o processo de check out e pagamento;
  • Qualidade no atendimento ao cliente, o qual deve envolver a criação de chats e outros meios que proporcionem pedidos de informações, solução de
    dúvidas e problemas, além de proporcionar um relacionamento mais próximo e transparente.

4. Marketing Digital

No mundo dos negócios digitais, só existe uma maneira de torná-los mais visíveis, atrair, conquistar e fidelizar cliente:

Investindo em Marketing Digital.

São diversas estratégias, as quais mostraremos a seguir, que podem cooperar de forma muita satisfatória com o aumento do faturamento.

Porém, para que sejam eficazes, devem ser planejadas e executadas por profissionais, os quais farão as análises de mercado, pesquisas, planejamento e criação de
estratégias que vão de encontro com a persona e objetivos do negócio.

Veja agora as principais ferramentas que podem ser implantadas na prática por sua empresa.

via GIPHY

Redes Sociais

Como comentamos, o novo consumidor se utiliza das redes sociais como parte da jornada de compra.

Portanto, seu e-commerce na prática não pode deixar de contar com elas para criar relacionamentos, divulgar seus produtos e serviços e ganhar fortalecimento, credibilidade e visibilidade para o site.

As mídias sociais, como o Facebook, Instagram e Twitter são uma das melhores formas de se gerar tráfego. Porém, para que isso aconteça, não basta criar uma página empresarial e colocar no ar.

É preciso que ela seja um canal direto para que o cliente seja ouvido, tire dúvidas, elogie ou mesmo reclame da marca.

O importante é estabelecer um relacionamento saudável.

E isso deve ser feito de forma leve e natural, e não com uma linguagem formal que não seja adequada à forma com que a persona está acostumada nesses meios, por exemplo.

Além disso, as redes sociais são ideais para se praticar o SAC 2.0, o qual tem como fundamento a proximidade com o cliente por meio de um relacionamento próximo demonstrado pela linguagem, imagem e postura.

Um ponto importante é que, além de criar relacionamentos saudáveis, seu e-commerce também utilize essas mídias voltadas para o segmento em que atua.

Você pode oferecer dicas, trazer novidades da área e criar conteúdos enriquecedores que eduquem e façam a persona ter vontade de compartilhar o conhecimento.

Google Adwords

Estar presente nos mecanismos de busca, sem dúvidas, faz toda a diferença no sucesso de um e-commerce na prática.

A partir do investimento no Google Adwords, sua loja virtual ganha exposição nos resultados das pesquisas do Google.

Essa estratégia, que proporciona um grande alcance e resultados rápidos, pode ser feita de duas formas:

  • Rede de Pesquisa

Anúncios que aparecem nas páginas de resultados do buscador ou em redes de pesquisa parceiras.

Para formatar os anúncios, você deve definir palavras-chave que são importantes para o seu negócio e quanto quer pagar por clique.

Para ficar mais claro, vamos supor que seu e-commerce na prática seja voltado à roupas íntimas femininas.

Nesse caso, você escolheria a palavra-chave “comprar roupas íntimas

femininas” e determinaria que o investimento seria de R$1 a cada clique.

  • Rede de Display

Nessa opção os anúncios são exibidos em formato de banners em blogs e sites parceiros do Google.

Para que eles sejam eficientes, é necessário saber em quais a sua persona se encontra para então investir.

Inclusive, o investimento é relativo ao tempo de retorno.

Ele pode ser feito por meio de custo por clique (CPC), custo por cada mil impressões de banners (CPM), o qual é voltada somente para a rede de display, e custo por aquisição (CPA), valor que é cobrado somente quando uma conversão é realizada.

SEO

Assim como o Google Adwords, o Search Engine Optimization busca melhorar o rankeamento nos mecanismos de busca, porém nesse caso são os resultados
orgânicos, ou gratuitos, o foco da estratégia.

Por meio de diversas técnicas, como o uso de palavras-chave adequadas, o SEO é capaz de trazer o e-commerce para as primeiras páginas de pesquisa, aumentando, e muito, as chances da persona acessá-lo.

Para colocar a estratégia em prática, você pode se utilizar de blogs e ter a estrutura do site otimizada para os mecanismos de busca.

Por meio dos blogs, seu ecommerce na prática pode difundir conteúdos relevantes para a persona, que se sentirá mais próxima da marca e, com isso, pode se tornar um cliente fidelizado.

E-mail marketing

Apesar de o e-mail marketing ser considerado coisa do passado por alguns, ele está “mais vivo do que nunca” e é uma ótima ferramenta de Marketing Digital.

Com campanhas de e-mail marketing, é possível criar relacionamentos por meio do envio de conteúdos criados para cada etapa da jornada de compra e também fidelização, já que esses materiais despertarão o

interesse da persona, a qual terá interesse em continuar se relacionando com a marca.

Entre as vantagens estão o seu grande alcance, a capacidade de segmentação e o baixo custo de investimento.

Para que as estratégias eficientes, como dissemos, é importante oferecer conteúdos relevantes para a persona, ter uma programação determinada para envios, para que o relacionamento seja efetivamente mantido e contar com ferramentas automatizadas que ajudam no processo de envios e relatórios de mensuração
de resultados.

Remarketing

Remarketing, também chamado de retargeting, é uma estratégia que busca conquistar aqueles visitantes que acessaram a loja virtual, mas por algum motivo não finalizaram a compra.

O objetivo é fazer com que a persona não esqueça das soluções que sua loja virtual oferece e, quem sabe, volte atrás na compra.

Essa ferramenta pode ser aplicada por meio Google Adwords ou Facebook ADs.

As ofertas aparecem em sites e blogs parceiros do Google e também nas redes sociais dos leads no momento em que eles estão online.

Marketing de Conteúdo

No Marketing Digital, há um ditado que diz que o “conteúdo é rei”.

E, realmente, em um mercado de alta competitividade e consumidores mais exigentes, oferecer conteúdos criados

especialmente para a persona de forma a atraí-la, conquistá-la e fidelizá-la é essencial.

Nesse caso, o Marketing de Conteúdo é a ferramenta ideal.

Os materiais criados por meio da estratégia criam autoridade de mercado para o e-commerce e um melhor rankeamento no Google, já que a inteligência artificial do mecanismo preza não somente palavras-chave, mas por conteúdos ricos que realmente atendam as necessidades dos usuários.

Agora que mostramos o passo a passo de como criar um ecommerce na prática, esperamos que você tenha se inspirado e comece a planejar ou reformular o seu negócio de forma estruturada e eficiente.

Já está com algumas ideias? Está começando a passar pela experiência? Comente em nosso post e compartilhe com a gente e demais leitores a sua opinião sobre o assunto!

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“Se minhas preferências são diferentes das suas, um e-commerce não deveria exibir os mesmos produtos pra mim e pra você, certo?”
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